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segunda-feira, 3 de maio de 2021

Meu quintal é maior que o mundo

 






Espetáculo de teatro montado a partir das poesias do Manoel de Barros que apresenta um mundo de lirismo.

O espetáculo mostra Clarice, uma menina fascinada por literatura que ao se ver dentro dela tenta envolver seus irmãos que são interados em jogos virtuais e celulares. Entre leituras e brincadeiras, os três acabam atravessando os poemas de Manoel de Barros com imaginações e palavras poéticas criando seres que se multiplicam em letras a cada passo em busca da saída desse mundo lírico. Entre desobjetos e fraseamentos encontrados no caminho, as três crianças vão criando e recriando a própria história, atravessando o realismo fantástico repleto de memórias inventadas. “Palavra poética tem de chegar ao grau de brinquedo para ser séria”. Assim as poesias criam formas e personagens que os levaram até o quintal dos seus sonhos. Lá eles entendem que a imaginação é livre para dar novos significados as coisas desimportantes.















Grupo de teatro universitário apresenta

Meu quintal  é maior que o mundo

Inspirado nos poemas de Manoel de barros

Direção e dramaturgia: Luiz Girard

 

Elenco

Babu Viana

Carmecy Paixão

Francielly Natasha

Jayme Leno

Kevin Braga

Lua Miranda

Lucas Bereco

Mario Saldanha

Mateus Almeida

Maurilo Silva

Raul Lima

Renata Ribeiro

Willian Marignan

Yasmin Santos

 

Equipe Técnica

Direção e Dramaturgia: Luiz Girard

Assistentes de Direção: Kevin Braga e Bernard Freire

Preparação corporal: Bernard Freire

Figurino e maquiagem: Kevin Braga

Assistentes de Figurino: Lucas Bereco, Raul Lima e Renata Ribeiro

Cenografia: Handerson

Assistente de cenografia: Paulo Bico

Iluminação: Malu Rabelo

Preparação musical: João Urubu

Percussão: Diego Vatos

 

Apoio: Escola de teatro e dança da ufpa

Curadoria: Olinda Charone e Paulo de Tarso

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Escrita de luz

Obrigado por clarear minha mente de principiante, estou treinando minha meditação e tento observar imagens desenhadas de luz em meus pensamentos. Sigo o movimento infinito da luz e procuro estar atento ao que se revela por essas imagens. Sinto que a iluminação está atrás de mim e como Gordon Craig vou aprofundando o que busco sem saber. Nisso tudo o meu olhar de principiante ilumina o compreendimento da minha busca pessoal. Loucura? Apenas sinto e faço. 

Nota sobre o curso "A Rebeldia Inesperada e a Dramaturgia do Sol: Kafka e William Blake"

terça-feira, 7 de julho de 2020

Utopia em Katakali

Busquei agradecer a tudo, desde de mim até todos com quem me conectei. Fechei os olhos e meditei sobre conversas, referências de mundo e as ações fisicas que meu corpo expressava. Fiz uma viagem até a Índia, sai do zero, conheci Katakali, ouvi expressões, danças e teatros. Dancei com Isadora Duncan, éramos o vento passeando pelo mar. Hipertextualizei utopias e relembrei Kafka. Resurgi com perguntas motores, vetorizei mil formas de movimentos, encontrei Gordon Craig pelo caminho e trouxe Shiva Nataraja comigo numa dança de conexões para evoluir. Agora ouço a natureza e danço a dança do futuro para ser visto por outras gerações.

*Nota sobre o curso "Teatro e Espiritualidade: Utopias, Rebeldias e Solidão em Tempos de Pandemia", Com Almir Ribeiro 07/07/2020

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Performance Espécies do Espaço







Performance midiática apresentada como defesa de dissertação para a obtenção do titulo de Mestre em Artes do Programa de Pós-Graduação em Artes da UFPA.

A performance procura mostra os sentidos das informações em variadas linguagens midiáticas e tecnológicas que converge entre o real e o virtual, experimentando suas possibilidades para além do uso comum da espécie.

Orientador: Joel da Silva Cardoso

Banca examinadora: Larissa Latif, Cesário Augusto

Criação cênica-performática: Bernard Freire

Câmera e Filmagem: Dudu Lobato

Apoio: Nando Lima 

Agradecimentos: Reator Eterno

quarta-feira, 12 de junho de 2019

A imaginação cênica-performatica codificada


Pretende-se apresentar nesse capítulo, o roteiro da cena performática a ser realizada no dia da defesa, como forma de apresentação de uma das partes de realização das minhas criações. Agindo sobre uma ação performática organizada a partir de uma ideia para que se possa elaborar uma criação artística do que vivenciei e experimentei durante os processos. A cena mostrará um ambiente muito particular que procuro desenvolver em meus processos.

Para apresentar, pensei na sala 1 do PPGARTES, como lugar desse registro onde a performance acontecerá. Mostrando o meu cotidiano desde o acordar até o momento da defesa, numa sinestesia da criação e registro da obra. Valendo-se de todas as referências que me atravessaram e me levaram até ali, na conclusão do mestrado.

Roteiro da performance

Sala 1, 17h07. Um pequeno despertador está posicionado sobre a mesa. Pego ele e programo o tempo estimado para a performance. 22 minutos. Nesse instante, aciono um imaginário criativo das palavras. Trazendo na ação o que se foi planejado desdobrando-o em ato criativo o conjunto dos movimentos registrados.

MOVIMENTO 1:  Ao chegar no PPGARTES, dou inicio ao ato performativo da ação. Produzindo o movimento dos pensamento e concretizando o que se foi planejado. O horário de chegada será às 10h da manhã do dia 28/06, para que eu possa me instalar e organizar o espaço.

MOVIMENTO 2: No ambiente, foco de luzes adaptada ao espaço; numa parte da parede uma projeção em fragmentos mostrará o cotidiano e atravessamentos desde o despertar do dia. Um radinho a pilha estará ligado baixinho para apresentar as informações da cidade em tempo real. Na sala, os sons e a projeção se juntarão ao conjunto numa sinestesia da realização performática.

Enquanto a performance acontece, uma cafeteira estará ligada preparando café durante a ação para que o cheiro se espalhe pela sala (pensasse em outra coisa como menta, mato, aromas naturais, outro contato).

MOVIMENTO 3: Luzes coloridas para iluminar a sala. Uma LIVE no Instagram feita pelo celular transmitirá os 22 minutos da performance em vários cantos da sala. Uma câmera fotográfica irá ficar posicionada em um canto registrando o desenho com luz que se formará nesse ambiente.

Nesses 22 minutos, estarei finalizando o mestrado e apresentando em fragmentos, o que foi suscitado nesse percurso da pós-graduação.

MOVIMENTO 4: Edição e ajuste da dissertação final para o blog palavra-corpo. Impressão em A4.

Música rolando no ambiente.

Stlist:





LEITURA DO TEXTO DO REGISTRO DO DIA 20 DE FEVEREIRO DE 2017.

TERMINAR COM A MÚSICA: Prokofiev - Dance of the Knights

MOVIMENTO 5: Postagem e compartilhamento dos movimentos  registrados até o tempo programado no despertador. Finalização dos movimentos.


terça-feira, 11 de junho de 2019

Espetáculo I(mundo) Ubu – Imundas de Teatro


Adaptação do texto ‘‘Ubu rei’’ de Alfred Jerry.
Ubu é um personagem horrendo escrito em 1888, pelo dramaturgo Francês Alfred Jarry, mas que faz conotações contemporâneas da política do Brasil. Ele não tem escrúpulos, é corrupto e monstruoso. É com esta abordagem que o Coletivo Imundas estreia na cena paraense. O espetáculo "I(mundo) Ubu" fica em cartaz de 17 de novembro a 10 de dezembro, sempre de sexta a domingo, às 19h, no Fórum Landi (Praça do Carmo). 
(Gravação para o programa Circuito da TV Cultura PA)
Ubu exerce um poder de líder social, mas de forma brutal e sanguinária. É através de sucessivos episódios em que se mostra um verdadeiro tirano, que sua política se revela catastrófica. Utilizando de sua imoralidade, esse chefe autoritário e sua Mãe Ubu realizam um golpe: um enorme saque nos cofres públicos.
A montagem pretende levar o espectador ao debate político, pois colocam em foco todos esses aspectos vivenciados pelos brasileiros nos últimos anos, como a crise econômica, a corrupção e os escândalos envolvendo os estadistas. É baseado neste cenário, que os atores criaram, das maneiras mais absurdas, as cenas deste contexto.
"O espetáculo surge da necessidade de fazer um teatro político, abordar questões que tocam na vida de cada um, seja individual ou no coletivo. Temas regionais e nacionais são relacionados com a obra de maneira a construir a narrativa desse grupo que se reuniu pra demonstrar sua indignação com a situação bizarra que vivemos na política, o retrocesso que grupos de extrema direita trazem para pautas no congresso", explica o diretor do espetáculo, Marcelo Andrade.

O processo de preparação do elenco foi intenso e contabilizou um ano entre pesquisa e ensaios. Os atores tiveram que se relacionar intimamente com a dramaturgia. "A ideia é que o elenco esteja inserido em todas as funções do processo teatral como figurino, cenografia, iluminação e adaptação do texto. É uma forma de instrumentalizar os integrantes", conta o diretor.
Focando na preparação corporal como fundamental meio para alcançar a presença cênica que se espera na montagem, os atores receberam treinamento psicofísico voltado a técnicas orientais de preparação e um rigoroso trabalho de resistência física para conseguirem dar superar quase duas horas em cena.
"A ideia é que o elenco esteja inserido em todas as funções do processo teatral como figurino, cenografia, iluminação e adaptação do texto. É uma forma de instrumentalizar os integrantes", conta o diretor.
O "Coletivo Imundas" nasceu da união de atores, técnicos e produtores do espetáculo "Animalismo – A Nova Ordem Mundial", que ficou em cartaz pela última vez em setembro de 2016, e foi resultado do projeto de extensão "Jovens Encenadores", através do Grupo de Teatro Universitário, da Universidade Federal do Pará (UFPA).
Ao final de cinco temporadas, os integrantes resolveram dar continuidade ao processo de construção de espetáculos que trazem na essência o debate político, sempre atrelado à experimentação cênica de vertentes teatrais contemporâneas produzidas regional e nacionalmente. O objetivo é proporcionar o debate sobre o cenário político e social do Brasil.
(Vídeo essencial para eu, enquanto ator, começar a pesquisa)

Adaptação do texto ‘‘Ubu rei’’ de Alfred Jerry:Cia Imundas de Teatro
Direção:
Marcelo Andrade
Assistência de Direção:
Bruno Rangel

°1 ATO - CENA 1
Conjunto de mães Ubu com irrigadores atirando água e elementos de cena que retratem o mundo sexual. (Coleiras, chicotes, vibradores e etc.) Sequência de movimentos que se adaptam dependendo da Mãe Ubu que esteja em evidência.
Finalmente achei um abrigo. 
Atravessar a Polónia em quatro dias de ponta a ponta! 
o palatino Giron.

Atravesso o rio a nado, esperando cansar meus perseguidores. 
sufocada por um círculo

Consigo finalmente refugiar-me aqui.

Ah! Estou morta de cansaço e de frio. 
Roubei dele muita pataca.  
E quem quiser que vá buscar.




(Música final do prólogo, faxina, bagunça e show das Imundas) 



MERDRA!!!!!

(Registro em diário de bordo da criação da primeira cena)

(Imagem referencia para a criação da segunda cena - animals revenge on humans)


(Trailer referente a segunda cena: o jantar)

(Figurinos feitos a partir de lingerie tons nude)
(Logomarca criada pelo arista Aj Takashi)

IMAGENS


(Coletivo Imundas de Teatro)
















(Fotos: Kauê Barp)

"Venham pegar o ouro que pai Ubu tem pra lhes oferecer
Peguem não tenham medo, mas não se esqueçam de fazer por merecer!!" 🎶🎶






(Espetáculo I(MUNDO) UBU completo)

(Cartaz de divulgação do espetáculo feito por Paulo Evander)

CLIPPING
(Portal ORM – 10 de novembro de 2017)





Criticas sobre o espetáculo I(mundo) Ubu